domingo, 16 de novembro de 2008

A Luta Contra o Sistema

Há camaradas que se dizem nacionalistas que ainda não compreenderam o real sentido de se ser, nesta hora, em Portugal, nacionalista.

A luta contra o actual “establishment” político demo-liberal é um combate de resistência onde o único facto de existirmos já é uma grande vitória contra o mesmo.

Existem camaradas, que impelidos por espírito irrealista e imaturidade política se deixam arrastar em projectos utópicos, mal estruturados e de caris imediatista. Querem fazer tudo a um tempo e de uma vez, esquecendo que o sistema político tudo domina e controla.

Por isso o nosso combate contra o sistema político demo-liberal tem que se processar com inteligência política, pois caso contrário ele organiza-se de maneira a “absorver”, por adaptação, encontrando logo um antídoto contra os seus oponentes.

Em tempos, e isto é somente um simples exemplo, os hippies, movimento contestatário, de pacifistas, degenerados e drogados, nascido nos EUA, quis, à sua maneira, destruir o sistema americano (american way of life). Deu-se precisamente o contrário: não só foram eles os destruídos, como o sistema e a sociedade de consumo capitalista tirou partido deles, visto certa espécie de “comerciantes” terem feito rios de dinheiro com eles.

O sistema político demo-liberal deve ser combatido com firmeza? Claro que sim! Mas é necessário não esquecer que tal deve ser apoiado por acções culturais e de propaganda. O sistema político demo-liberal combate-se desmistificando os mitos em que este se apoia, ou sejam, a democracia, o igualitarismo, o liberalismo, o humanismo piegas, o marxismo. Eles são conceitos e filosofias antinaturais ao homem. São falsos! Podem-se provar que são falsos.

Para tal é preciso núcleos de militantes nacionalistas, minimamente (in) formados e politicamente doutrinados, a fim, de por palavras e por acções, conduzirem um combate eficiente e com razão de ser contra o sistema demo-liberal que nos sufoca e conduz ao abismo como Pátria com uma Identidade Nacional própria. Caso contrário não vale a pena, visto a nossa luta se poder a vir a assemelhar àqueles garotos a quem o vidraceiro da esquina paga para os ditos partirem os vidros das casas dos vizinhos.

Lutemos, pois, contra o sistema demo-liberal, mas com inteligência e com forte consciência política.


Gladium Nacional

2 comentários:

Anónimo disse...

Casa Pia: o estado de putrefacção da imensidão chamada Estado


O processo Casa Pia, onde são julgados alguns dos suspeitos de pedofilia, aproxima-se da leitura da sentença. Quatro anos depois do início do processo, nunca é demais lembrar que o PNR foi o único partido político em Portugal que organizou uma manifestação pública a propósito do caso Casa Pia, logo em 2004, em frente ao Tribunal da Boa-Hora com vários militantes a exibir uma faixa onde se exigia um combate efectivo à pedofilia. Como de costume, nunca nenhum jornal fez referência a esse facto ao longo destes quatro anos, apesar de naquele dia terem estado presentes várias dezenas de jornalistas que registaram o episódio com as suas câmaras. Em "resposta à exigência" do PNR, além da alteração do Código de Processo Penal, por muitos juristas considerado o "Código Casa Pia", a Sede Nacional do PNR foi alvo de busca solicitada por uma procuradora do MP, Cândida Vilar, em Abril de 2007. Facto inédito na história política portuguesa que não o teria sido se as escutas do caso Casa Pia, que referem a Sede Nacional do PS, ao contrário da Sede do PNR que não era mencionada em nenhuma escuta, tivessem tido tratamento idêntico. Entretanto, um dirigente do PNR esteve detido em prisão domiciliária com vigilância electrónica, durante mais de um ano, por escrever um texto na internet que um colectivo da Boa-Hora considerou discriminatório. O texto insurgia-se contra dois jovens que assassinaram um padeiro para lhe roubar um fio de ouro, homicídio esse que não será discriminação, "apenas" mais um caso pontual como tantos outros. Por se ter referido aos jovens com palavras impróprias, mas bem certeiras, e lamentando a destruição completa de uma família em troca de uns míseros euros, o Tribunal condenou-o a 1 ano e 8 meses de prisão, em pena suspensa pelo mesmo período de tempo. Este não será indemnizado com milhões por ter estado detido preventivamente, não durante dias mas durante 13 meses, por ter sido suspeito de usar uma arma chamada caneta. Alguns, nós, ou muitos, andam a clamar por justiça mas a resposta que obtemos é essa: detenção, julgamento e prisão para quem diz ou escreve a verdade, impunidade para quem mata, viola ou desgraça a vida de famílias inteiras. Catalina Pestana diz que no processo Casa Pia muitos ficaram de fora, outros nem sequer são pronunciados ou atiram-se como cães ao nosso bolso, tudo sob o olhar vesgo da tal justiça. E se tivermos de ser condenados também por lembrar ou escrever isto, seremos, mas teremos a nossa razão e, sobretudo, andaremos sempre de cabeça bem erguida, ao contrário de tantos outros que andam por aí. Quanto ao processo Casa Pia, e seu desfecho, apenas reforça a ideia do estado de putrefacção de um dos sectores de toda esta imensidão a que se convencionou chamar Estado.

http://terraportuguesa.blogspot.com

Rui Deglan disse...

Você é um idiota,babaca,imbecil de direita,ou melhor,de extrema direita.vai se foder seu otário.